quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

"Meninos da Vila" em Ouro Fino/MG



No próximo sábado (23) terá início a XI Copa Ouro 2013, competição da A.P.F. - Associação Paulista de Futebol.

Participam da competição as seguintes equipes: Ituano F.C., A.D. Guarulhos, Paulista F.C., Velo Clube, União Suzano A.C., Red Bull Brasil, Rio Branco E.C., S.C. Atibaia, Santos F.C., C.A. Taboão da Serra, A.A. Ponte Preta, A. Portuguesa de Desportos, Paulínia F.C., C.A. Lençoense, Guarani F.C., S.C. Corinthians Paulista, Osasco F.C., E.C. Osasco, E.C. Primavera, A.D. Guarulhos/Guaru, L. Guarujá, SEV - Hortolândia, Desportivo Brasil, Audax E.C., e a A.D.M.G. - Associação Desportiva Minas Gerais.

Única equipe convidada e representando o estado de Minas Gerais, a ADMG - Associação Desportiva Minas Gerais, de Ouro Fino, está na no Grupo "C", com as equipes: Santos F.C., Paulista F.C., Velo Clube, e A.D. Guarulhos.

A equipe Sul Mineira receberá os "Meninos da Vila" no dia 16 de março (sábado), aniversário do município de Ouro Fino, no Estádio Municipal Capitão Armando, serão dois jogos, sub-15 e sub-17.


Conheça abaixo alguns dos "Meninos da Vila" que estarão em Ouro Fino:







Imagens: Elenco Juvenil do Santos F.C.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Dinheiro, fama e mudança de hábito: profissionais apontam falhas nas categorias de base


Dinheiro, fama e mudança de hábito: profissionais apontam falhas na base

Fracasso da seleção sub-20 acende discussão sobre o comportamento de jovens e a influência que recebem antes de chegarem aos profissionais


Em meio à disputa do Sul-Americano sub-20, na Argentina, Mattheus é solicitado para dar entrevistas. Insatisfeito por ser sempre lembrado como “filho de Bebeto”, ele avisa - via assessoria de imprensa - que não falaria com jornalistas brasileiros e estrangeiros caso continuasse tendo seu nome vinculado ao do pai. Rafinha, do Barcelona, também não gostava de ser comparado com o pai Mazinho, companheiro de Bebeto na conquista da Copa de 1994 com a Seleção.

Em Minas Gerais, Leleu é convocado para treinar com os profissionais, ainda em 2012. Aproveita a oportunidade e aparece com novo penteado, pintando o cabelo de loiro. A comissão técnica dá um puxão de orelha, e o jogador retorna à atividade da tarde com um corte mais discreto. O brinco, porém, não sai da orelha.

Um dos destaques do Santos na Copa São Paulo de Futebol Júnior deste ano, Neilton costuma valorizar o visual, muito parecido com o de Neymar. O mesmo faz Gabigol, que garante ter um moicano mais bonito que o do craque santista.

Os exemplos são apenas alguns da atual geração sub-20, que cada vez mais cedo ganha espaço entre os profissionais e destaque na mídia, aumentando sua remuneração e o faturamento dos clubes com venda para o exterior. A eliminação precoce da seleção no Sul-Americano da categoria - não conseguindo ficar entre os três primeiros em um grupo de cinco - fez surgirem críticas e dúvidas sobre o comportamento dos atletas. A primeira partiu do próprio técnico Émerson Ávila, que afirmou:

- O jogador hoje em dia tem muito poder no futebol. Talvez isso aconteça por concessões que o clube acaba fazendo.

Diante deste cenário, o GLOBOESPORTE.COM ouviu jogadores, técnicos, dirigentes, psicólogos e empresários e visitou treinos dos juniores dos quatro principais times do Rio de Janeiro, além de ouvir histórias e depoimentos em outros clubes grandes do país. Jogadores se defendem, treinadores apontam falhas em certas posturas, empresários tentam evitar jovens problemáticos e psicólogos procuram estudar até a estrutura familiar para traçar metas e evitar deslizes no meio do caminho. A ascensão meteórica e o crescimento socioeconômico parecem ter mudado o comportamento dos jogadores na base. E será que estão tomando o cuidado devido com eles?


- Eu acho que tem que trabalhar mais a cabeça de quem os comanda. É muito fácil colocar a responsabilidade em cima dos moleques. Tem que cobrar de quem os comanda, quem dá regalias, quem dá esses salários, quem cobra deles. Depois que dá errado, é muito fácil dizer que o menino está errado. É que nem um filho. Se você não educá-lo, depois não adianta dizer que ele está errado. Essa é uma das minhas broncas no Inter - disse Dunga, ex-treinador da Seleção e atual comandante do Colorado.

O Flamengo forneceu um exemplo de comportamento de jovens da base e de quem os comanda. No fim de um treino no Ninho do Urubu, em uma conversa entre juniores e recém-promovidos aos profissionais, Rodolfo conta que, ao chegar de carro, o porteiro perguntou a ele e a Rafinha se eram atletas - procedimento para a identificação de quem entra e sai do CT. Rafinha, sorrindo, complementa que fechou o vidro da janela do carro e seguiu.
Os dois receberam de volta gargalhadas e a frase de um dos integrantes da comissão técnica da base: “Ele não vê jornal?”. O episódio foi dias antes da vitória por 4 a 2 sobre o Vasco, partida em que Rafinha de fato se destacou.

- Nesse dia nós chegamos e demos bom-dia. Aí, ele (o porteiro) nos deu a plaquinha (do estacionamento) e perguntou se éramos atletas. Nós rimos e fomos embora. Passamos todo dia por ele, e via nossa cara. Com certeza éramos atletas - contou Rodolfo. 

A psicóloga dos juniores do Botafogo, Michele Melhem, não citou casos específicos, mas explicou como agir no convívio diário ao ser questionada sobre o excesso de brincadeiras das comissões técnicas com os jogadores na base.

- É importante não perder a interação, a relação de brincadeira, ainda mais nos juniores, porque consideramos que eles não estão prontos. Mas é extremamente pertinente o que está dizendo, tem que saber a hora de dar a bronca, ser mais duro, falar com seriedade. Mas a brincadeira existe até no profissional, como um estilo para formar um espírito coletivo de grupo.


Brincadeiras à parte, os jogadores fogem do discurso comum e monossilábico quando o assunto é o vai e volta da base. Quem tem a possibilidade de treinar no time de cima costuma reclamar ao ter de retornar.

- O que atrapalha mesmo é o psicológico do jogador. A gente almeja aquilo desde cedo, e, quando chega lá, tem que descer... O pessoal desce até um pouco desanimado, porque quer ficar lá (no profissional) para sempre - contou o lateral-direito Igor Julião, de 18 anos, que atua no Fluminense e evita o estilo boleirão de se vestir.

O contato com ídolos é acrescido ao deslumbramento com a nova vida. E os treinadores creem que isso foge do controle, acreditando que pode existir certo descompromisso com a base.

- Às vezes eles pensam que viraram jogadores (profissionais). Vemos acontecer essa falta de compromisso, ou com clube ou com a seleção sub-20, o que nos deixa chateados. Aqui no Fluminense tentamos interferir no processo. Não é fácil, tem muita coisa de fora que interfere. É uma briga de cachorro grande. Nós queremos puxar para um lado e muita coisa puxa para outro - opina Marcelo Veiga, técnico dos juniores do Fluminense.

Ideia parecida tem Cleber dos Santos, treinador do Flamengo.

- Os jogadores estão sendo aproveitados muito precocemente. Uma cobrança muito grande para os jogadores de 15 a 17 anos, de apresentarem um rendimento de profissionais. E essa cobrança pelo rendimento também altera o comportamento. Eles veem como espelho os jogadores do profissional, que têm um comportamento diferente dos da base pelo salário, pelo local onde moram, pelo status social. Então esses jogadores, quando começam a ter esse tipo de cobrança, se acham no direito de se comportarem da mesma maneira que os profissionais. Vejo que isso é uma bola de neve. Pela cobrança, pelo espelho nos jogadores do profissional, que têm muitas regalias... Os jogadores da base veem isso como uma forma natural, como tem acontecido ultimamente - disse.

A possibilidade de maior remuneração é demonstrada de diversas maneiras no mundo das categorias de base. Em um treino do Vasco, um funcionário avisava que teria de conversar com Jhon Cley - que trabalhava com os juniores após um período entre os profissionais. E ouve de outro jogador, em tom de brincadeira: “Já vai sufocar”, uma maneira de dizer que faria um pedido de ordem financeira. No Flamengo, houve episódio semelhante: um funcionário aproximou-se da lateral e brincou com um atleta: “Quando estiver lá (no profissional), vai me dar um carro de presente”.

Muito dinheiro

Então entra o dinheiro. Nos juniores, os atletas recebem em média de R$ 2 mil a R$ 4 mil. Em casos extremos de promessas com potencial, os salários podem alcançar valores próximos de alguns profissionais. Isso faz com que se tornem comuns, em treinos dos jovens, tênis extravagantes e chuteiras com cores chamativas - geralmente cedidos por fornecedores de material com quem eles já têm contrato ou oferecidos pelos empresários - além de celulares de última geração e cordões de ouro. E às vezes o comportamento sai dos treinos e vai para as redes sociais.

Renan, apelidado de Panterinha por ser filho do ex-atleta Donizete Pantera, postou no Twitter que havia gastado R$ 1.800 em uma boate. Cobrado por alguns torcedores na rede social, o meia do Flamengo respondeu com um novo post: “Não sou nenhum Adriano da vida, não! Não sei nem o que é esse dinheiro. Era só zoação. Quem me dera ter 1.800”.

Atual treinador da base do Botafogo, Anthony Santoro faz uma comparação com duas promessas do Fluminense da época em que trabalhou por lá.

- O Lenny uma vez chegou a um treino com um Audi, um carrão. Foi lá nos ver em Xerém. Ele não vinha de um momento bom no profissional. Veio com a calça camuflada, cheio de cordão, óculos de dar inveja em mulher. Falei que era o momento de passar despercebido. Disse: “O momento não está bom para você. Chega mais tranquilo, reservado, para não virar o holofote para você”. Ele só ouviu. No dia seguinte, chegou o Marcelo, com um Peugeot 206, bermudinha tranquila. Ele quase saindo para o Real Madrid, e o Lenny em um momento ruim, os dois no profissional. O Marcelo mais tranquilo, reservado, e decolou. O Lenny até hoje não conseguiu - conta Anthony Santoro, que também trabalhou no Flamengo e citou Bruno Paulo como exemplo de jogador que se deslumbrou com dinheiro.

Vilão ou não?


Quem trabalha com a base costuma reclamar da ação de empresários. Técnico do Flamengo, Cleber dos Santos diz que os jovens ganham mimos dos agentes - às vezes para criar um vínculo - e perdem contato com a realidade deles. Narciso, treinador do Palmeiras, cita o empresário que faz a vontade dos clientes:

- O jogador não tem muito compromisso de brigar pela posição. Deveria se desdobrar e provar que tem o mesmo nível do que está jogando. Mas ele fala com o empresário, que o tira do clube e o coloca em outro.

Os empresários de renome se defendem e garantem que têm diminuído a ação nas categorias de base. Segundo eles, o mercado está aquecido para quem acabou de entrar no ramo e oferece ajuda de custo, bens materiais e pertences para cativar os meninos e criar um vínculo afetivo que os garanta vantagem em futuras negociações de contrato.

- Estamos investindo pouco na base. Os empresários em geral procuram pagar uma ajuda de custo. Mas é trabalhoso. Eu não tenho muito jogador na base. Mas investimos. O grande problema são os treinadores da base. Se tivessem nível de cultura melhor para trabalhar, ajudaria muito. São geralmente ex-jogadores, que têm o mesmo vício que tinham quando eram jogadores. Os clubes deveriam ter um trabalho melhor. Deveria haver um curso para os treinadores da base - disse Léo Rabello, que tem entre seus jogadores Thiago Neves, do Flu, e Bernardo, do Vasco.

Hábitos diferentes

Alguns jogadores tentam fugir de um comportamento que chame a atenção. Filho de médico, Carlos Daniel, de 18 anos, deixou Manaus para se dedicar ao futebol e divide treinos do Botafogo com a leitura e estudos. Aprovado na primeira fase da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), ele tinha o sonho de cursar medicina, mas não conseguiu fazer a segunda etapa por causa de um compromisso pelos juniores.

- Brinco, cordão, não gosto muito. Procuro sempre estar na minha, para não puxar a responsabilidade para mim. Uma responsabilidade que talvez ainda não seja minha. Mesmo quando estiver na mídia, na fama, vou procurar ser o mais simples possível. Além de jogar futebol, procuro ser bom no estudo também. Meu pai é médico e me incentiva muito para estudar, para ler - contou.


O pilar da família, aliás, é um dos principais pontos observados por psicólogos.

- A base familiar faz o atleta se diferenciar nos seus comportamentos, tanto de disciplina quanto de gerenciamento de carreira. O que não significa questão econômica. Estou falando de base familiar, sistema afetivo, emocional, de apoio, comunicação. Vemos pessoas de baixa renda, com estrutura de família sólida, e o menino se destacando. A questão familiar faz toda a diferença para se desenvolver no futebol - explica a psicóloga Michele Mellen, do Botafogo.

E os conselhos deveriam perdurar, na opinião de Anthony Santoro, técnico da base alvinegra:

- Sabemos que muitas vezes as coisas entram em um ouvido e saem pelo outro, mas de tanto falar alguma coisa pode ficar.



Reportagem: Diego Rodrigues, Globo Esporte

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

RAP do Neymar

Ediclaudo Monteiro, 36 anos, é porteiro em um prédio de São José dos Campos, no interior de São Paulo. Está na profissão há cinco anos, mas o que gosta mesmo é de trabalhar com música. Mais especificamente, com rap. O sonho antigo de investir na carreira musical começa a virar realidade graças ao talento do atacante Neymar. Os dribles do jogador inspiraram o joseense a fazer uma música em homenagem ao craque santista.
Na portaria do edifício, escreveu as primeiras rimas. Em cinco dias, compôs toda a letra. O resultado agradou ao porteiro, que viu ali uma oportunidade para realizar o desejo de ser cantor de rap. Mesmo sendo o responsável pelo sustento da esposa e dos três filhos, Ediclaudo não hesitou em gastar R$ 2 mil que havia juntado durante três meses e pagou a produção de um clipe da música.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

O ano das maravilhas 2013


"O grande barato da vida é olhar para trás e sentir orgulho da sua história.

O grande lance é viver cada momento como se a receita de felicidade fosse o AQUI e o AGORA.

Claro que a vida prega peças.

É lógico que, por vezes, o pneu fura, chove demais..., mas, pensa só: tem graça viver sem rir de gargalhar pelo menos uma vez ao dia? Tem sentido ficar chateado durante o dia todo por causa de uma discussão na ida pro trabalho?

Quero viver bem!

Este ano que passou foi um ano cheio. Foi cheio de coisas boas e realizações, mas também cheio de problemas e desilusões.

Normal.

As vezes a gente espera demais das pessoas.

Normal.

A grana que não veio, o amigo que decepcionou, o amor que acabou.

Normal.

O ano que vai entrar vai ser diferente.

Muda o ano, mas o homem é cheio de imperfeições, a natureza tem sua personalidade que nem sempre é a que a gente deseja, mas e aí?

Fazer o quê? Acabar com o seu dia? Com seu bom humor? Com sua esperança?

O que desejo para todos é sabedoria!

E que todos saibamos transformar tudo em boa experiência!

Que todos consigamos perdoar o desconhecido, o mal educado. Ele passou na sua vida. Não pode ser responsável por um dia ruim... Entender o amigo que não merece nossa melhor parte. Se ele decepcionou, passe-o para a categoria 3. Ou mude-o de classe, transforme-o em colega. Além do mais, a gente, provavelmente, também já decepcionou alguém.

O nosso desejo não se realizou? Beleza, não estava na hora, não deveria ser a melhor coisa pra esse momento (me lembro sempre de um lance que eu adoro): CUIDADO COM SEUS DESEJOS, ELES PODEM SE TORNAR REALIDADE.

Chorar de dor, de solidão, de tristeza, faz parte do ser humano. Não adianta lutar contra isso. Mas se a gente se entende e permite olhar o outro e o mundo com generosidade, as coisas ficam bem diferentes.

Desejo para todo mundo esse olhar especial.

O ano que vai entrar pode ser um ano especial, muito legal, se entendermos nossas fragilidades e egoísmos e dermos a volta nisso.

Somos fracos, mas podemos melhorar.

Somos egoístas, mas podemos entender o outro.

O ano que vai entrar pode ser o bicho, o máximo, maravilhoso, lindo, espetacular... ou... Pode ser puro orgulho! Depende de mim, de você! Pode ser. E que seja!!!

Feliz olhar novo!!!

Que o ano que se inicia seja do tamanho que você fizer.

Que a virada do ano não seja somente uma data, mas um momento para repensarmos tudo o que fizemos e que desejamos, afinal sonhos e desejos podem se tornar realidade somente se fizermos jus e acreditarmos neles!"


Autor: Carlos Drummond de Andrade

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Calendário 2013 - Campeonato Mineiro



Portaria Nº.004/2.012


“Dispõe sobre o Calendário das Atividades - temporada  2.013”

CATEGORIA DE PROFISSIONAIS


01– De 27 de janeiro a 19 de maio
Campeonato da Primeira Divisão de Profissionais – Módulo I;
02 – De 27 de janeiro a 19 de maio
Campeonato da Primeira Divisão de Profissionais – Módulo II;
03 – De 07 de junho a 24 de novembro
Campeonato da Segunda Divisão de Profissionais;
04 – De 04 de agosto a 24 de novembro
Taça Minas Gerais;

CATEGORIAS BÁSICAS DE FUTEBOL


05 – De 20 de janeiro a 19 de maio
Seletiva da Categoria Básica de Futebol de Junior;
06 – De 17 de fevereiro a 26 de maio
Seletiva das Categorias Básicas de Futebol “Infantil” e “Juvenil”
07 - De 17 de fevereiro a 29 de setembro
        Campeonato Regional de Ligas/Amador-Adulto;
08 – De 17 de março a 16 de junho
VI Copa Metropolitana de Futebol Amador;
09 – De 04 de agosto a 24 de novembro
Campeonato de Futebol Feminino;
10 – De 17 de julho a 04 de agosto
XXXI - Taça BH de Futebol Junior;
11 – De 15 de junho a 14 de julho
Campeonato da Categoria Básica de Futebol de Junior;
11 de agosto a 24 de novembro – continuação
12 – De 07 de julho a 24 de novembro
Campeonato das Categorias Básicas de Futebol “Infantil” e “Juvenil”;
13 – De 15 de dezembro 2.013 a 19 de janeiro de 2014
LIV – Copa Itatiaia de Futebol Amador;

CAMPEONATOS DO SETOR DE FUTEBOL AMADOR DA CAPITAL/SFAC
14 – De 27 de abril a 30 de junho
        Copa BH de Futebol Feminino
15 – De 17 de fevereiro a 16 de junho
        Divisão Especial Amador/Adulto – Módulo I
16 –  De 17 de fevereiro a 16 de junho
        Divisão Especial Amador/Adulto – Módulo II
17 – De 14 e abril a 21 de julho
        Primeira Divisão Amador/Adulto
18 – De 21 maio a 25 de junho
        Torneio Corujão Rede Globo Minas de Televisão
19 – De 23 junho a 29 de setembro
        Copa Kaiser BH
20 – De 07 de julho a 13 de outubro
        Divisão Especial de Futebol Junior – Módulo I
21 – De  14 de julho a 20 de outubro
        Categoria Básica de Futebol Juvenil
22 – De 18 de agosto a 24 de novembro
        Categoria Básica de Futebol Infantil
23 – De 15 de setembro a 24 de novembro
        Divisão Especial de Futebol Junior – Módulo II

*o*

Belo Horizonte, 25 de outubro de 2.012.

- PAULO S. M. SCHETTINO -
Presidente

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Onipotência da soberba


Rinus Michels, revolucionário técnico holandês na Copa de 1974, deve ter ficado arrepiado ao ver as seleções brasileiras de 1958, 1962 e 1970. Suas ideias sonhadoras, com novos conceitos, foram assimiladas e aprimoradas por Cruyff, uma das maiores inteligências coletivas do futebol. O craque e treinador holandês criou variações e transmitiu esses conhecimentos ao Barcelona, que foram modificados por Guardiola e pela seleção espanhola. Todo esse saber evolutivo, associado ao recente pragmatismo criativo do técnico José Mourinho, se espalhou por toda a Europa.

Os principais times europeus, além de contratarem os melhores jogadores do mundo, priorizam, cada vez mais, o jogo coletivo, a troca de passes, que começa com os zagueiros, a diminuição dos espaços entre os setores, a alternância entre a marcação por pressão e a mais recuada, para contra-atacar, as múltiplas funções de um jogador e vários outros detalhes. É o futebol do presente e do futuro.

O futebol brasileiro, por prepotência, ao achar que só aqui tinha craques e se jogava em alto nível, involuiu coletivamente. Pior, o atual estilo de jogar dificulta o aparecimento de grandes talentos. Temos muitos bons jogadores, mas apenas um fora de série, Neymar.

Muitos outros fatores contribuíram para essa queda, como os gramados ruins, a promiscuidade e a ineficiência dos dirigentes de clubes, de federações e da CBF, e a pressão aos técnicos e jogadores para ganhar de qualquer jeito, consequência da violência na sociedade, na arquibancada e no gramado.

Como já tinha escrito, ficou mais evidente, após a entrevista coletiva para anunciar a comissão técnica, que teremos uma época de exacerbação do nacionalismo.

Só faltou Zagallo. Na entrevista, houve também uma exaltação das conquistas de 1994 e 2002, motivo principal, alegado pela CBF, para chamar Parreira e Felipão. A comissão técnica será quase a mesma de 2002. Os conceitos devem também ser os mesmos.

Muitas pessoas, em todas as atividades, acham que o que deu certo tem de ser repetido, como se houvesse apenas um jeito de ganhar. Esquecem também que há coisas erradas nas vitórias e acertos nas derrotas. Existe um grande número de fatores envolvidos nos resultados, ainda mais quando se tem craques, como Romário, Ronaldo, Rivaldo e Ronaldinho Gaúcho.

São indiscutíveis os méritos de Felipão e Parreira nas conquistas das Copas de 1994 e 2002.

Por outro lado, o assunto me faz lembrar de alguns médicos que justificavam suas condutas pelas experiências anteriores, que tinham dado certo, contrariando a evolução e as publicações científicas. Achavam que a experiência pessoal estava na frente do conhecimento e da ciência. É a onipotência da soberba.

Por: Tostão, médico e ex-jogador, é um dos heróis da conquista da Copa do Mundo de 1970. Afastou-se dos campos devido ao agravamento de um problema de deslocamento da retina. Como comentarista esportivo, colaborou com a TV Bandeirantes e com a ESPN Brasil. Escreve às quartas e domingos na versão impressa de "Esporte". Publicado originalmente na Folha, 02/12/2012.

domingo, 2 de dezembro de 2012

ONG Brasil 2012 - Feira e Congresso


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O que você vai encontrar na ONG  Brasil 2012 - IMPERDÍVEL!!

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